<center>Visita a Roma com ida a Nápoles e Pompéia DETALHADO! </center>

Visita a Roma com ida a Nápoles e Pompéia DETALHADO!

AH, A BELA ITÁLIA…

Numa dessas fugidas da vida que costumo dar para ver o que acontece no planeta azul, resolvi voltar à Itália, mais especificamente começando o passeio com uma visita a Roma. Voltar porque já estive lá anteriormente mas, apesar de ter feito um bom passeio e ter andando bastante, não tinha visto nem 30 % do que a cidade tem a oferecer. Neste meu retorno, que durou 4 dias (contra 2 dias da viagem anterior) consegui ver mais uns 60 %, mais ou menos…

Ou seja, AINDA

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<center>Seguem os pensamentos sobre o valor de uma boa viagem segundo 5 escritores distintos: </center>

Seguem os pensamentos sobre o valor de uma boa viagem segundo 5 escritores distintos:

Mark Twain: “Daqui a vinte anos você estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então solte as amarras. Afaste-se do porto seguro. Agarre o vento em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.”

Um dos maiores escritores da América, amigo de presidentes e pessoas importantes de sua época, Twain escreveu sobre suas jornadas pela Europa e pelo Oriente-Médio nos best-sellers “Innocents Abroad (1869)” e “A Tramp Abroad (1880)”.
Twain capturou precisamente a importância de abrir sua mente em uma de suas citações mais famosas: “Viajar é letal para o preconceito, intolerância e mentes fechadas”.
Fato interessante é que Mark é muito conhecido por seus livros com as aventuras de Huckleberry Finn e Tom Sawyer, mas “Innocents Abroad” foi o livro mais vendido de toda sua obra.

Maya Angelou:  “Eu entendo que ser exposto a existência de outras línguas expande nossa percepção de que o mundo é povoado não apenas por pessoas que falam idiomas diferente umas das outras, mas cuja cultura e filosofia são completamente diferentes das nossas.”
No livro “Wouldn´t Take Nothing for My Journey Now” a poetisa americana Maya Angelou cita que viajar é a esperança de que reconheçamos que todas as pessoas choram, riem, comem, preocupam-se e morrem.
Ela acreditava que se conseguissemos compartilhar essas experiências, estaríamos mais propícios a entender uns aos outros e talvez até nos tornarmos amigos. Quantas vezes você olhou ao redor em um café, bar ou parque em um país diferente e percebeu que isso é tão verdadeiro?

Margaret Mead: “O viajante que deixa seu lar é mais sábio do que aquele que nunca se aventura para além de casa, pois o conhecimento de uma outra cultura aperfeiçoa nossa habilidade em analisar com maior perspicácia, e apreciar, a nossa própria.”
Uma das grandes recompensas do viajante é desenvolver um entendimento muito maior de seu próprio lar ao se adaptar aos diferentes padrões e realidades de outras culturas.
Margaret Mead, antropologista americana conhecida por seu livro “Coming of Age in Samoa” nos lembra de que ao observarmos outras culturas de perto, nos tornamos capazes de aplicar esse mesmo nível de percepção e apreciação de nossas próprias raízes.

Samuel Johnson: “Cada nação tem algo peculiar em seus produtos, obras de arte, curas, agricultura, modos e sua política. O sábio viajante é aquele que leva para casa algo que pode beneficiar seu próprio país; que procura por deficiências ou circunstâncias sinistras que possibilitem a seus leitores comparar sua própria condição a de outros, a tentar melhorar sempre quando esta for pior, ou valorizá-la quando for melhor.”
Em 1760, numa coluna para o The Idler, o escritor inglês Samuel Johnson apontou uma das maiores recompensas de viajar: trazer um novo conhecimento de diferentes maneiras de viver de forma que beneficie seu próprio país. Numa escala menor, trazer algo que signifique algo para você e para aqueles ao seu redor.

Rosalia de Castro: “Eu vejo meu caminho mas eu não sei para onde ele me leva. E não saber onde estou indo é o que me inspira a viajar.”
O melhor momento de viajar é sempre o “agora”. E mesmo se isso signifique que você não sabe para onde está indo, é não saber que torna as coisas mais excitantes. Não importa quais sejam seus planos, ou roteiros, a única certeza é que em uma jornada haverão muitos momentos completamente imprevisíveis. Rosalia de Castro, poeta e escritora galícia, acreditava que o caminho para o desconhecido é o que nos inspira. Afinal de contas, se você não está certo de onde está tentando chegar, não há como se perder.

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